NÃO PERCAM DIA 16/05- 19H30 LIVRARIAS CURITIBA DO SHOPPING ESTAÇÃO LANÇAMENTO DO " LIVRO DOS AMANTES" BELÍSSIMA OBRA POÉTICA DA AMIGA E TAMBÉM ATRIZ DE NOSSO LONGA " O CARRO", ZENILDA A " MORENA CABROCHA" . PARTICIPAÇÃO DA COMUNICAÇÃO FIMES COM POEMAS FILMADOS COM A TEMÁTICA DO LONGA- " O CARRO" - ESPERO TODOS VOCÊS LÁ. UM BELO LIVRO PARA QUEM AMA, AMOU E AMARÁ.
RELEASE DO LIVRO: “LIVRO DOS AMANTES”
AUTORA: MORENA CABROCHA
EDITORA: SCORTECCI, SP, 2008
O intuito de escrever um livro de poesias que aborda a relação a dois, de um casal é oferecer uma versão nossa, brasileira, latino-americana dessa relação que vivemos com nossos amantes.
Muito já se escreveu sobre a relação amorosa, dentro de uma visão oriental, ocidental, mas, aqui está uma versão mais nossa, tropical.
A poesia também, embora seja valorizada sensivelmente pelas almas, já está perdendo seu encanto para os leitores, acreditamos que, pelo consumismo exacerbado das coisas materiais e a substituição das coisas do espírito por elas.
Quando abordamos aqui, em forma de poesia, as proezas e a profundidade de um encontro temperado pela paixão, queremos resgatar o gosto pela forma poética de se escrever e também demonstrar, que existe uma forma nossa, tropicaliente, de sentir tudo isso. Que essa forma nossa é eivada de beleza, sutileza de gesto, calor latino, delicada e quente ao mesmo tempo, sensual e humana, tomada de leveza e arrebatamento, compassiva e passional, encarnada e transcendente. Como se canta e conta em verso e prosa pelos artistas, universalmente. A volta às coisas do espírito. Ou melhor, um equilíbrio entre o ter e o ser, ou, entre o ser e o ter, como queiram os leitores.
O Livro dos Amantes tem em seu conteúdo poesias que vão desde a imagem de sonho de uma relação de casais, contemplando também o término, a dúvida, o grande significado da união carnal, a sensibilidade, a imaginação, a fruição do ato, a ludicidade, a alegria e a ventura de amar e ser amado, amada, sem a mediocridade tão comum, ditada pelas normas vigentes.
O gosto da saudade por quem deixa marca em nosso coração, também é impresso em nossos versos. A vontade de um grande amor, único, verdadeiro, sem fronteiras, pelo qual nos entregamos sem pensar em mais nada, sem querer mais nada também é expresso em nosso livro. Um olhar nosso, feminino, aqui registramos.
Também é um propósito de nosso livro, que as pessoas voltem a viver mais a maravilha da relação a dois, sem as “neuras” que se vive hoje, deixando-se amar e ser amado, amando e deixando amar livremente, porque quando é amor o que se vive, é sempre bom.
Escrevemos este livro acreditando que é possível amorizar mais este mundo e por que não, a partir da relação primeira entre homens e mulheres, da relação que é o ato criador por excelência, de toda a extensão da relação amorosa que existe aqui na terra. O ato que nos faz criaturas e criadores ao mesmo tempo, que demonstra nossa humanidade e divindade, pela essência fervorosa que irrompe do mais profundo do nosso ser, a nada igualado em nossa existência como humanos. E que nos faz divinos.
Não pensem os leitores que vão encontrar aqui uma leitura empastada, teórica dos assuntos amorosos, o que sentimos e pusemos aqui para vocês é alegre, brejeiro, simples e para todos, sem deixar de ser profundo e com base em ensinamentos apreendidos em livros e em vivências ao longo de nossa existência.
As poesias aqui apresentadas são expressões de carinho, sem deixarem de ser sensuais e apimentadas, como é a vida de verdadeiros amantes.
É com grande satisfação que apresentamos ao público, o nosso singelo, Livro dos Amantes. Esperamos que um leitor venha com a réplica de um livro de poesias sobre o amor, sob o olhar masculino.
Boa leitura a todos e prometedores momentos de prazer!
Curitiba, outono/inverno de 2008.
Morena Cabrocha

Autobiografia de Morena Cabrocha: Morena Cabrocha é nascida no interior, viveu muito a infância, entre plantas e animas, fazendo das árvores seu trampolim para o infinito. As árvores se tornaram seu mundo imaginário, nelas era a sua casa, o seu palco, onde cantava em altos brados para os transeuntes ouvirem; onde os galhos eram as suas barras de academia; em que as jabuticabas, as ameixas amarelas, as laranjas, as mimosas, os “ariticus”, eram seu almoço, seu jantar; onde o “ariticuseiro” era o seu mirante para o oriente; onde viveu o frescor da brisa em seu corpo nos dias de verão; onde fez sua mente ser elevada ao alto, como os galhos das árvores; onde se embebedava com a fermentação de tanta jabuticaba engolida; e de onde descendo, em seu terreiro, almejou ter um grande amor, como sonham todas as meninas. Ela viveu esse grande amor e aqui deixou registrado o que pensava e o que pensa sobre a relação a dois.